Revelação banal sobre o lixo de Santa Maria
Como já passaram vários anos aqui vai um modesto exemplo de como se fazem as coisas em Santa Maria e nos Açores.
No Carnaval do ano 1999 estive em Santa Maria durante um fim-de-semana prolongado com a minha esposa, filha e vários amigos estrangeiros que não conheciam a melhor ilha do mundo. Como sempre na minha terra, ando desaparecido em busca de locais míticos – diria poéticos – que imagino terem sido feitos, apenas, para satisfazerem o meu ego de mariense envaidecido. Numa dessas «caminhadas» atravessamos o espaço que vai do Barreiro da Faneca para as antigas instalações do Polígono de Acústica Submarina; depois fizemos o velho caminho em direcção ao terminal do aeroporto. Conhecia a área desde sempre (minha avó tinha umas terras na Faneca e lá brinquei em criança) pelo que não estava preparado para o que vi: lixo urbano vergonhosamente a céu aberto, sucatas antigas de várias negligências, milhares de garrafas de vidro vazias, cadáveres de animais e toda a porcaria (muita dela recente) que se possa imaginar.
Como não gosto mesmo nada do senhor Presidente da Câmara Municipal de Vila do Porto, arranjei logo um culpado e dei a minha sentença; só que arranjar um evidente acusado de desleixo político não me resolvia o problema e deixava tudo na mesma.
Na altura exercia também funções de assessor jurídico do senhor Presidente do Governo e posso dizer que todas as pessoas que falei sobre o assunto (e foram tantas!) deram-me razão e prometeram agir, de imediato. Elaborei ainda nas minhas horas privadas um levantamento de toda a legislação e doutrina relevantes, designadamente nas vertentes comunitárias e da responsabilidade civil e criminal por danos ambientais. Como seria de esperar nada aconteceu. Nada, fosse pela habitual preguiça, fosse para proteger incúrias de outros, fosse para prolongar o estilo que faz sucesso na nossa terra; ou seja, o habitual nestes nossos Açores onde ninguém assume nada, onde as convicções e a defesa dos interesses das populações são para muitos políticos, um aparente bordel.
E, então, passemos a uma banal acção directa: fotografamos tudo e decidimos publicar no Açoriano Oriental, que na altura deu relevo de primeira página pois tinha um Director sério e não corrupto... Recordo que fizeram até vários artigos com as fotografias que eu e vários amigos tiramos...
Não sendo a solução perfeita, acabou por sentar à mesa vários dos alegados responsáveis e, ainda que com manifestas deficiências, fez-se alguma coisa. Isto é, sem a publicação das fotografias sobre a nojeira dos lixos em Santa Maria, estaríamos ainda no território profundo das promessas.
Como disse um amiga minha, «foi o medo que os levou a agir, pois...»
António João Correia
Sábado, Fevereiro 28, 2004
A teoria do abandono?
Santa Maria tem um fascínio pelo abandono. Da coroa portuguesa que a deixou durante séculos entregue a piratas e beatos agoniados, de uma república excitada que ignorou quase tudo, de um salazarismo avarento, de um «mota amaralismo» interesseiro, impotente e mais recentemente de um (pseudo) socialismo pedante, etilizado e muitas vezes ignorante.
De promessa em promessa a ilha foi-se fazendo por ela própria; por vezes com mercenários apaixonados outras com corajosos que optaram pela afectividade em detrimento de uma salvação miraculosa.
Não restam dúvidas: é da sua população que terá de partir qualquer esperança solidificada num fundamento de desenvolvimento. O Messias vindo do exterior, seja na forma do comprador de urzela ou pastel, intermediário de laranjas para a Inglaterra, barco baleeiro com mão de obra barata para a América, comparador de bolas de barro, fazedor de aeroportos, zonas francas, estudos milionários sobre nada e foguetões para Marte terá sempre lugar na criação do adiamento. Adiamento possível, sedutor, mas ainda assim, contributo sagrado para a possibilidade permanente do abandono.
Não que a utopia seja irrelevante para Santa Maria, mas também é preciso aplicar as possibilidades do concreto, aquilo que se chamará o fascínio da simplicidade. Mas é da ilha que terá de partir o renascimento de todas as potencialidades.
Os outros – e nunca faltaram outros em Santa Maria – podem ajudar ou dificultar mas a iniciativa tem de partir da ilha, de uma génese que não se deixe abater pelas aparentes facilidades do nada se fazer. O fascínio do abandono tem de ser
ficção.
António João Correia
Santa Maria tem um fascínio pelo abandono. Da coroa portuguesa que a deixou durante séculos entregue a piratas e beatos agoniados, de uma república excitada que ignorou quase tudo, de um salazarismo avarento, de um «mota amaralismo» interesseiro, impotente e mais recentemente de um (pseudo) socialismo pedante, etilizado e muitas vezes ignorante.
De promessa em promessa a ilha foi-se fazendo por ela própria; por vezes com mercenários apaixonados outras com corajosos que optaram pela afectividade em detrimento de uma salvação miraculosa.
Não restam dúvidas: é da sua população que terá de partir qualquer esperança solidificada num fundamento de desenvolvimento. O Messias vindo do exterior, seja na forma do comprador de urzela ou pastel, intermediário de laranjas para a Inglaterra, barco baleeiro com mão de obra barata para a América, comparador de bolas de barro, fazedor de aeroportos, zonas francas, estudos milionários sobre nada e foguetões para Marte terá sempre lugar na criação do adiamento. Adiamento possível, sedutor, mas ainda assim, contributo sagrado para a possibilidade permanente do abandono.
Não que a utopia seja irrelevante para Santa Maria, mas também é preciso aplicar as possibilidades do concreto, aquilo que se chamará o fascínio da simplicidade. Mas é da ilha que terá de partir o renascimento de todas as potencialidades.
Os outros – e nunca faltaram outros em Santa Maria – podem ajudar ou dificultar mas a iniciativa tem de partir da ilha, de uma génese que não se deixe abater pelas aparentes facilidades do nada se fazer. O fascínio do abandono tem de ser
ficção.
António João Correia
Ainda sobre o Carnaval em Santa Maria,
pode ver toda a fotoreportagem se clicar aqui
pode ver toda a fotoreportagem se clicar aqui
Quinta-feira, Fevereiro 26, 2004
Ao contrário do que é feito em relação a Santa Maria, é dada relevante importância à rede de estações de rastreio em Espanha.
"The network of antennas in Spain (Cebreros (Avila), Villafranca del Castillo (Villanueva de la Cañada, Madrid) and Robledo (Robledo de Chavela, Madrid, owned by NASA/JPL), will soon be one of the most important groups of satellite tracking stations worldwide, due to the optimum environment free of radio-electric disturbances, and will make a valuable additional contribution to the scientific and technological framework of European space activities."
"The network of antennas in Spain (Cebreros (Avila), Villafranca del Castillo (Villanueva de la Cañada, Madrid) and Robledo (Robledo de Chavela, Madrid, owned by NASA/JPL), will soon be one of the most important groups of satellite tracking stations worldwide, due to the optimum environment free of radio-electric disturbances, and will make a valuable additional contribution to the scientific and technological framework of European space activities."
Mais uma expectativa gorada
A estação de rastreio de satélites que a ESA pretende instalar na Ilha de Santa Maria, ao contrário das expectativas do Secretário da Economia e dos deputados da Ilha, é apenas um contentor com 100m2 com equipamento electrónico lá dentro. Esta estação será tão autónoma que nem energia irá adquirir no mercado local.
A importância da estação de rastreio é tão grande que nem vem referenciada em qualquer
da Agência Espacial Europeia.
É caso para dizer que os políticos cá da terra deitaram roqueiras antes da festa.
Foguetabraze
A estação de rastreio de satélites que a ESA pretende instalar na Ilha de Santa Maria, ao contrário das expectativas do Secretário da Economia e dos deputados da Ilha, é apenas um contentor com 100m2 com equipamento electrónico lá dentro. Esta estação será tão autónoma que nem energia irá adquirir no mercado local.
A importância da estação de rastreio é tão grande que nem vem referenciada em qualquer
da Agência Espacial Europeia.
É caso para dizer que os políticos cá da terra deitaram roqueiras antes da festa.
Foguetabraze
Quarta-feira, Fevereiro 25, 2004
Errata
As minhas desculpas ao Rui Parece e à Vanda. No meu post sobre a noite de Segunda Feira quando me referia à Vanda escrevi o nome da Ivone. Está reparada a falha.
As minhas desculpas ao Rui Parece e à Vanda. No meu post sobre a noite de Segunda Feira quando me referia à Vanda escrevi o nome da Ivone. Está reparada a falha.
No meu post de ontem ficou a faltar a Senegaleza que se passeou pelos salões do Hotel 5, não há doença nem contrariedade que lhe tire a boa disposição. Sem dúvida um bom exemplo para a nossa juventude.
Fotografia cedida por Rui Parece Batista
Terça-feira, Fevereiro 24, 2004
O carnaval Mariense continuou esta noite em Vila do Porto.
Festa rija no Angar do aeroporto e no Hotel5.
Presentes muitos cromos, pretendentes a cromos e candidatos a cromos. Como diz o Bruno ao principio ninguém o queria ser agora quase que fazem bicha. Mas não é qualquer um que tem a honra de atingir estatuto de cromo na minha caderneta.
No Hotel 5, o jantar Buffet estava esplêndido. Ainda na sala de Jantar, não faltou animação, os incansáveis amadores, Armando e Pedro mantiveram a malta entretida até à entrada em cena do profissional Nelo já na sala junto ao bar.
Para cumprir a tradição não faltaram os mascarados.
O sempre simpático Licas, travestido na companhia do Carlos Henrique (400), com o seu umbiguinho à mostra, fizeram soltar as gargalhadas na sala.
TATESA
Tecnico auxiliar de telecomunicações da ESA, Rui Mariano e o seu cunhado na companhia de uma Brenda Flinstone e outra Brenda Cowgirl, cuja arma secreta não pode ser revelada.
Como sempre, disfarçado de ”la minute” estava Max Elisabeth distribuindo simpatia por toda gente, parecia mais um político em pré campanha do que um fotógrafo de serviço . Outro cromo sempre presente Paulo Silva e a sua “Bei pois então” Sandra Batista.
O Paulo Henrique, transpirava em bica com a pedalada da sua Ivone a Vilafranquense mais Cagarra que se conhece.
O Emanuel Ricardo, um autêntico Padrinho Siciliano com a sua incansável Rosa de rosa no cabelo, embarcaram no Privat Jet directos para o Angar onde foram acabar a noite na companhia de um parente próximo vindo das Highlands da escócia.
Desta vez os Piratas vieram do Centro de Controlo, José Amaral e Laurinda, Mário Rui Botelho e Ângela, Eduardo Cambraia e Lúcia, foram a tripulação do Corsário.
Rui ELVIS Parece e a sua espampanante Vanda, uma bailarina do Moulin Rouge de pumas encarnadas na cabeça .Impecáveis.
O Vaqueiro Travassos entrou agarrado a uma cana verde e a coxear mas com tanta animação, lá para o meio da noite já havia esquecido a bengala e os bicos de papagaio.
Quando Nelo já não dava mais fomos todos acabar inevitavelmente no Angar.
O árbitro de Sábado era agora um Anjo e a ponta de lança dos Marienses um diabinho.
É caso para dizer Foguetabraze
Festa rija no Angar do aeroporto e no Hotel5.
Presentes muitos cromos, pretendentes a cromos e candidatos a cromos. Como diz o Bruno ao principio ninguém o queria ser agora quase que fazem bicha. Mas não é qualquer um que tem a honra de atingir estatuto de cromo na minha caderneta.
No Hotel 5, o jantar Buffet estava esplêndido. Ainda na sala de Jantar, não faltou animação, os incansáveis amadores, Armando e Pedro mantiveram a malta entretida até à entrada em cena do profissional Nelo já na sala junto ao bar.
Para cumprir a tradição não faltaram os mascarados.
O sempre simpático Licas, travestido na companhia do Carlos Henrique (400), com o seu umbiguinho à mostra, fizeram soltar as gargalhadas na sala.
TATESA
Tecnico auxiliar de telecomunicações da ESA, Rui Mariano e o seu cunhado na companhia de uma Brenda Flinstone e outra Brenda Cowgirl, cuja arma secreta não pode ser revelada.
Como sempre, disfarçado de ”la minute” estava Max Elisabeth distribuindo simpatia por toda gente, parecia mais um político em pré campanha do que um fotógrafo de serviço . Outro cromo sempre presente Paulo Silva e a sua “Bei pois então” Sandra Batista.
O Paulo Henrique, transpirava em bica com a pedalada da sua Ivone a Vilafranquense mais Cagarra que se conhece.
O Emanuel Ricardo, um autêntico Padrinho Siciliano com a sua incansável Rosa de rosa no cabelo, embarcaram no Privat Jet directos para o Angar onde foram acabar a noite na companhia de um parente próximo vindo das Highlands da escócia.
Desta vez os Piratas vieram do Centro de Controlo, José Amaral e Laurinda, Mário Rui Botelho e Ângela, Eduardo Cambraia e Lúcia, foram a tripulação do Corsário.
Rui ELVIS Parece e a sua espampanante Vanda, uma bailarina do Moulin Rouge de pumas encarnadas na cabeça .Impecáveis.
O Vaqueiro Travassos entrou agarrado a uma cana verde e a coxear mas com tanta animação, lá para o meio da noite já havia esquecido a bengala e os bicos de papagaio.
Quando Nelo já não dava mais fomos todos acabar inevitavelmente no Angar.
O árbitro de Sábado era agora um Anjo e a ponta de lança dos Marienses um diabinho.
É caso para dizer Foguetabraze
Domingo, Fevereiro 22, 2004
Sábado Gordo animado no Salão de Festas do Clube Asas do Atlântico, a justificar o seu estatuto de Instituição de utilidade pública.
Não faltaram os grupos de mascarados. Manelinho o Patriarca da Família Baptista foi o árbitro de um jogo de Futebol com jogadores de todos os quadrantes. Árbitro imparcial já que passou a noite a dançar com a ponta de lança dos Marienses.
Jorge Câmara e o seu apêndice foram um elegante par de bruxas e o Armando e Marta foram “Rapaz e Rapariga das Vacas” em versão Oeste Americano. Todos embarcados num Corsário cujos piratas eram a Família Chaves Braga, em que só o verdadeiro pirata não estava mascarado.
Foguetabraze
Não faltaram os grupos de mascarados. Manelinho o Patriarca da Família Baptista foi o árbitro de um jogo de Futebol com jogadores de todos os quadrantes. Árbitro imparcial já que passou a noite a dançar com a ponta de lança dos Marienses.
Jorge Câmara e o seu apêndice foram um elegante par de bruxas e o Armando e Marta foram “Rapaz e Rapariga das Vacas” em versão Oeste Americano. Todos embarcados num Corsário cujos piratas eram a Família Chaves Braga, em que só o verdadeiro pirata não estava mascarado.
Foguetabraze
Quinta-feira, Fevereiro 19, 2004
Os cromos continuam a dar que falar
ALguns cromos dão cavaco e vai dai respondem por e-mail cá ao Foguetabraze.
Do Ricardo Botelho (celina) recebi a seguinte menssagem:
Para o fogotabrese.
Serve a presente para informar que:
Eu, o Zé das cuecas, o Paulo Silva, o Armando, o Mário Jorge e todos aqueles que no futuro venham a ser considerados cromos neste blog, acabamos de adquirir no mercado negro um poderosiçimo insectiçida que pretendemos utilizar contra certos seres rastejantes mais conhecidos por 'baratas'.
E má nada
Ricardo
Foguetabraze
ALguns cromos dão cavaco e vai dai respondem por e-mail cá ao Foguetabraze.
Do Ricardo Botelho (celina) recebi a seguinte menssagem:
Para o fogotabrese.
Serve a presente para informar que:
Eu, o Zé das cuecas, o Paulo Silva, o Armando, o Mário Jorge e todos aqueles que no futuro venham a ser considerados cromos neste blog, acabamos de adquirir no mercado negro um poderosiçimo insectiçida que pretendemos utilizar contra certos seres rastejantes mais conhecidos por 'baratas'.
E má nada
Ricardo
Foguetabraze
Terça-feira, Fevereiro 17, 2004
A caderneta do foguetabraze!!!
Essa ideia da caderneta, está muito gira!!
Gostava de te propor mais um cromo!
Um cromo que numa colecção de 100, é o 101!!!!
ALBERTO COSTA!!
O pior é que a Santa Maria esse cromo já saiu 3 vezes!!!
Façam comos os putos: quando sai muita vez repetido, troca-se!!!!!
lol!! Adeus! Até 2005!!!!!
Essa ideia da caderneta, está muito gira!!
Gostava de te propor mais um cromo!
Um cromo que numa colecção de 100, é o 101!!!!
ALBERTO COSTA!!
O pior é que a Santa Maria esse cromo já saiu 3 vezes!!!
Façam comos os putos: quando sai muita vez repetido, troca-se!!!!!
lol!! Adeus! Até 2005!!!!!
A minha caderneta de cromos Vol 2
Algumas das pessoas que classifiquei como cromos no meu último post, ficaram melindradas, senão mesmo, ofendidas por terem entrado para a minha caderneta de cromos.
Algum não gostou do lugar em que estava classificado.
Depois dos telefonemas e contactos pessoais, convém esclarecer:
1º - Não está em causa qualquer "ranking" para os cromos, todos são pessoas que considero importantes e marcantes para a sociedade Mariense e todos merecem o primeiro ou o ultimo lugar;
2º- Não houve qualquer intenção de denegrir a figura., a imagem ou a credibilidade de qualquer das pessoas aqui visadas. Pelo contrário, só as pessoas que me merecem respeito e consideração farão parte desta caderneta, aos outros dedico a minha profunda indiferença.
Segunda leva:
7- Max Elizabeth
8- Jorge Costa
9- António Valente
10- Braguêta
11- Emanuel Batista
12- José (das pombas) Batista
Algumas das pessoas que classifiquei como cromos no meu último post, ficaram melindradas, senão mesmo, ofendidas por terem entrado para a minha caderneta de cromos.
Algum não gostou do lugar em que estava classificado.
Depois dos telefonemas e contactos pessoais, convém esclarecer:
1º - Não está em causa qualquer "ranking" para os cromos, todos são pessoas que considero importantes e marcantes para a sociedade Mariense e todos merecem o primeiro ou o ultimo lugar;
2º- Não houve qualquer intenção de denegrir a figura., a imagem ou a credibilidade de qualquer das pessoas aqui visadas. Pelo contrário, só as pessoas que me merecem respeito e consideração farão parte desta caderneta, aos outros dedico a minha profunda indiferença.
Segunda leva:
7- Max Elizabeth
8- Jorge Costa
9- António Valente
10- Braguêta
11- Emanuel Batista
12- José (das pombas) Batista
Domingo, Fevereiro 15, 2004
caderneta de cromos
Santa Maria, acarinha e bem, alguns dos seus melhores cromos. Dou hoje e aqui inicio a minha caderneta de cromos de Santa Maria. espero não hajam ofensas. Ser um cromo não é para qualquer um. Ser um cromo é ter ou ter tido a capacidade de marcar a vivência da nossa Ilha.
Primeira Leva de 6 cromos:
1- Zé das Cuecas
2- Mário Jorge da Bomba
3- Alberto Barros
4- Ricardo Botelho (Celina)
5- Armando Soares (Sacristão)
6- Paulo Silva
Santa Maria, acarinha e bem, alguns dos seus melhores cromos. Dou hoje e aqui inicio a minha caderneta de cromos de Santa Maria. espero não hajam ofensas. Ser um cromo não é para qualquer um. Ser um cromo é ter ou ter tido a capacidade de marcar a vivência da nossa Ilha.
Primeira Leva de 6 cromos:
1- Zé das Cuecas
2- Mário Jorge da Bomba
3- Alberto Barros
4- Ricardo Botelho (Celina)
5- Armando Soares (Sacristão)
6- Paulo Silva
Sábado, Fevereiro 14, 2004
Encontros
Na sequência do post anterior, O Binóculo do Pico Alto recebeu em binoculo@clix.pt o seguinte mail:
Nome=Renato Azevedo Pereira
Email=razevedop@terra.com.be
comentário=Caros Senhores do Binóculo: No dia 10 p/passado, deixei aqui uma
mensagem solicitando ajuda para localizar uma prima residente em Santa Maria.
Hoje, 13/02/04, recebi mensagem de sua filha Teresa me dando notícias e a sua
morada. Obrigado, muito obrigado ! Renato
Bem hajam!
Na sequência do post anterior, O Binóculo do Pico Alto recebeu em binoculo@clix.pt o seguinte mail:
Nome=Renato Azevedo Pereira
Email=razevedop@terra.com.be
comentário=Caros Senhores do Binóculo: No dia 10 p/passado, deixei aqui uma
mensagem solicitando ajuda para localizar uma prima residente em Santa Maria.
Hoje, 13/02/04, recebi mensagem de sua filha Teresa me dando notícias e a sua
morada. Obrigado, muito obrigado ! Renato
Bem hajam!
Terça-feira, Fevereiro 10, 2004
Olhómetro - "ponto de encontro"
O Binóculo do Pico Alto recebeu em binoculo@clix.pt o seguinte mail:
Nome=Renato Azevedo Pereira
Email=razevedop@terra.com.br
comentário=Sou natural do Capelo, Faial. Estou no Brasil desde 1955. Tenho uma
prima, nascida AIDA PEREIRA, que reside em Santa Maria. Gostaria muito de
manter contato. Agradeço ajuda. Renato
Bem hajam!
O Binóculo do Pico Alto recebeu em binoculo@clix.pt o seguinte mail:
Nome=Renato Azevedo Pereira
Email=razevedop@terra.com.br
comentário=Sou natural do Capelo, Faial. Estou no Brasil desde 1955. Tenho uma
prima, nascida AIDA PEREIRA, que reside em Santa Maria. Gostaria muito de
manter contato. Agradeço ajuda. Renato
Bem hajam!
Domingo, Fevereiro 08, 2004
Do melhor de Santa Maria
Li o «post» anterior do "foguetabraze" e pensei no seguinte: não seria o Max, um dos símbolos reais de Santa Maria, da qualidade da cultura que temos, um excelente candidato a representar politicamente o melhor que Santa Maria tem. Imaginem o Max em Presidente da Câmara de Vila do Porto ou deputado pela ilha. Não acham que Santa Maria seria a mais beneficiada? Não acham que se inverteria uma letargia aguda que tomou conta da verdade mariense ? Assino onde desejarem ( escrevo por iniciativa e responsabilidade próprias ignorando o quer que seja).
António João Correia
Li o «post» anterior do "foguetabraze" e pensei no seguinte: não seria o Max, um dos símbolos reais de Santa Maria, da qualidade da cultura que temos, um excelente candidato a representar politicamente o melhor que Santa Maria tem. Imaginem o Max em Presidente da Câmara de Vila do Porto ou deputado pela ilha. Não acham que Santa Maria seria a mais beneficiada? Não acham que se inverteria uma letargia aguda que tomou conta da verdade mariense ? Assino onde desejarem ( escrevo por iniciativa e responsabilidade próprias ignorando o quer que seja).
António João Correia
Sábado, Fevereiro 07, 2004
À la minute
Tudo a preceito na noite Mariense em Ponta Delgada. Um pouco apertadinhos é verdade mas a exiguidade do espaço é o menos importante.
Boas fotografias de Pepe, Max e rui Elizabeth, este último numa onda diferente, mas sempre na direcção do fotojornalismo retratando os grandes acontecimentos da Ilha de Gonçalo Velho. A comida típica estava, ao ponto, com a excepção para o pão que, embora vindo de Santa Maria, era do tipo papo-seco de plástico. Para aproxima o incansável Carlos Martins não se esquece.
Não faltaram Carlos César e Senhora e Vasco Cordeiro, para gáudio deste último não havia carne de vaca nem com, nem sem Encefalopatia Espongiforme Bovina. Porra bastava dizer BSE. Tudo regado a Tinto do Alentejo que o Vinho de Cheiro não se pode beber, está pela hora da morte. Só carninha de porco e não digo marrão porque a confusão pode levar alguém preso. Imagine o nosso povo a passar de boca em boca frases como esta: “estiveram ontem reunidos em Ponta Delgada a comer marrão”. Febre das galinhas também não havia, pois de aves só lá estavam os faisões mortos da minha gravata cobiçada pelo “simpatiquérrimo” Carlos César.
Adorei ver o nosso ToZé, sentado na mesa reservada às autoridades, a fazer sala com a Senhora de Carlos César. Será que o Ilhas patrocinou o encontro?
O documentário -Pepe Fotógrafo e as valsas do Mundo- trouxe-nos à memória a vida de José Elizabeth (PEPE) o fotógrafo à la minute, mas também os bons tempos da produção Regional da RTP-A com José Medeiros e a muito saudosa voz de Susana Coelho.
Que haja mais noites destas em Ponta Delgada e porque não em Vila do Porto.
Posta também disponível em Foguetabraze
Tudo a preceito na noite Mariense em Ponta Delgada. Um pouco apertadinhos é verdade mas a exiguidade do espaço é o menos importante.
Boas fotografias de Pepe, Max e rui Elizabeth, este último numa onda diferente, mas sempre na direcção do fotojornalismo retratando os grandes acontecimentos da Ilha de Gonçalo Velho. A comida típica estava, ao ponto, com a excepção para o pão que, embora vindo de Santa Maria, era do tipo papo-seco de plástico. Para aproxima o incansável Carlos Martins não se esquece.
Não faltaram Carlos César e Senhora e Vasco Cordeiro, para gáudio deste último não havia carne de vaca nem com, nem sem Encefalopatia Espongiforme Bovina. Porra bastava dizer BSE. Tudo regado a Tinto do Alentejo que o Vinho de Cheiro não se pode beber, está pela hora da morte. Só carninha de porco e não digo marrão porque a confusão pode levar alguém preso. Imagine o nosso povo a passar de boca em boca frases como esta: “estiveram ontem reunidos em Ponta Delgada a comer marrão”. Febre das galinhas também não havia, pois de aves só lá estavam os faisões mortos da minha gravata cobiçada pelo “simpatiquérrimo” Carlos César.
Adorei ver o nosso ToZé, sentado na mesa reservada às autoridades, a fazer sala com a Senhora de Carlos César. Será que o Ilhas patrocinou o encontro?
O documentário -Pepe Fotógrafo e as valsas do Mundo- trouxe-nos à memória a vida de José Elizabeth (PEPE) o fotógrafo à la minute, mas também os bons tempos da produção Regional da RTP-A com José Medeiros e a muito saudosa voz de Susana Coelho.
Que haja mais noites destas em Ponta Delgada e porque não em Vila do Porto.
Posta também disponível em Foguetabraze
Sexta-feira, Fevereiro 06, 2004
Bem. Há pouco quando postei esqueci-me de um pormenor de grande importância. O motivo do ajuntamento de hoje é uma exposição que encerra três gerações de fotógrafos, Pepe, Max e Rui, as fotografias feitas por eles vão estar expostas na Academia das artes em Ponta Delgada a partir de hoje.
Foguetabraze
Foguetabraze
Hoje vai haver ajuntamento de “cagarros” em Ponta Delgada. É às 20horas na academia das artes.
Amanhã conto os pormenores.
Foguetabraze
Amanhã conto os pormenores.
Foguetabraze
Quinta-feira, Fevereiro 05, 2004
O fernandinho ET presta aqui uma espécie de Serviço público.Sempre actual, com as noticias sobre andebol bastante actualizadas.
Segunda-feira, Fevereiro 02, 2004
Abro a revista de bordo da SATA, edição Outono/Inverno. Embrenhado num artigo sobre o parque Terra Nostra, chego rapidamente à página 50. Publicidade institucional:
Estrada regional do Corvo; Muito Bom.
Ponte nas Flores; Bom.
Reconstrução no faial; Satisfaz.
Estradas no Pico, na Terceira, São Jorge e São Miguel; Começa a ser pouco.
Parque de estacionamento na Graciosa; já é muito pouco.
Muros na Estrada em regional em Santa Maria; É quase nada. Ou melhor é nada mesmo.
Será porque o PS dá como favas contadas o resultado das próximas eleições?
No tempo em que o “olhómetro” uma “guest book” onde qualquer um cá entrava para dizer o que quisesse, escondido no anonimato, não faltava quem viesse elogiar o trabalho da SRHE. Onde estão? Falta de coragem ou abriram os olhos?
Estrada regional do Corvo; Muito Bom.
Ponte nas Flores; Bom.
Reconstrução no faial; Satisfaz.
Estradas no Pico, na Terceira, São Jorge e São Miguel; Começa a ser pouco.
Parque de estacionamento na Graciosa; já é muito pouco.
Muros na Estrada em regional em Santa Maria; É quase nada. Ou melhor é nada mesmo.
Será porque o PS dá como favas contadas o resultado das próximas eleições?
No tempo em que o “olhómetro” uma “guest book” onde qualquer um cá entrava para dizer o que quisesse, escondido no anonimato, não faltava quem viesse elogiar o trabalho da SRHE. Onde estão? Falta de coragem ou abriram os olhos?
Lamentavelmente faltam polemistas na “Blogosfera” mariense. Começou em grande força. Teve grandes repercussões. Mas agora está letárgica como o resto da Ilha. Falta sentido crítico, falta energia à crítica mariense. Em vez de ideias e opiniões devidamente fundamentadas, os marienses continuam a preferir escrever comentários nos “blogs” dos outros, encapuzados no anonimato, espalhando vis mentiras e falsas promessas. Pois assim seja. Eu cá continuarei seja a “postar” ou a comentar, sem receios, sem papas na língua, doa a quem doer.
Domingo, Fevereiro 01, 2004
Gastronomia de Santa Maria (que é difícil encontrar em Santa Maria !)
Papas de gófe (gófio)
Açorda Azeda
Caldo de Nabos
Couves com bolo na panela
Cavala à Sacristão
Cherne frito de vinha de alhos
Garoupa recheada
Empadão de lapas
Caçoilha
Carneiro à miguelista
Coelho de molho de vilão
Esparregado de nabos
Torresmos de lombo
Molhos
Biscoito de orelhas
Bolos de esperança
Coscorões
Cavacas
Doce de capucho
etc., etc...
A única recolha que conheço é a de Augusto Gomes (Edição da Direcção Regional da Cultura, 1998) mas acho que existe material para provar o que defendo (em minoria): a gastronomia de Santa Maria é a mais original dos Açores e uma das melhores da Europa.
Papas de gófe (gófio)
Açorda Azeda
Caldo de Nabos
Couves com bolo na panela
Cavala à Sacristão
Cherne frito de vinha de alhos
Garoupa recheada
Empadão de lapas
Caçoilha
Carneiro à miguelista
Coelho de molho de vilão
Esparregado de nabos
Torresmos de lombo
Molhos
Biscoito de orelhas
Bolos de esperança
Coscorões
Cavacas
Doce de capucho
etc., etc...
A única recolha que conheço é a de Augusto Gomes (Edição da Direcção Regional da Cultura, 1998) mas acho que existe material para provar o que defendo (em minoria): a gastronomia de Santa Maria é a mais original dos Açores e uma das melhores da Europa.
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