Sugestão:
www.azoresairphotos.com
Página de Fotos de aviões em santa maria, terceira e são miguel.
Sede em santa Maria
Bem haja quem Observa e regista!
Domingo, Setembro 19, 2004
Terça-feira, Setembro 14, 2004
Para o João Henrique Magalhães
Um texto de Vinicius de Moraes
AMIGOS!Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências?A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer?
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
Vinicius de Moraes (1913-1980)
Para ti João Magalhães (Pai) que sei nunca vais aliviar a dor que ontem tomou, definitivamente, conta de ti e que te vinha arreliando há tempos.
Eu vi as tuas lágrimas sentidas e ouvi as tuas lamúrias verdadeiras.
Como se isso fosse possível, cheguei a casa e senti que gostava ainda mais das minhas filhas e que muitas vezes não faz sentido tanta arrelia, tanta briga, tanto sacrifício se não for por eles. Pelos nossos filhos. Mas tu João, tu tens outros filhos que precisam muito de ti e destes tens tu que cuidar agora. Força. Faz isso por Ele, pelo João Henrique.
Nuno Barata
Um texto de Vinicius de Moraes
AMIGOS!Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências?A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer?
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
Vinicius de Moraes (1913-1980)
Para ti João Magalhães (Pai) que sei nunca vais aliviar a dor que ontem tomou, definitivamente, conta de ti e que te vinha arreliando há tempos.
Eu vi as tuas lágrimas sentidas e ouvi as tuas lamúrias verdadeiras.
Como se isso fosse possível, cheguei a casa e senti que gostava ainda mais das minhas filhas e que muitas vezes não faz sentido tanta arrelia, tanta briga, tanto sacrifício se não for por eles. Pelos nossos filhos. Mas tu João, tu tens outros filhos que precisam muito de ti e destes tens tu que cuidar agora. Força. Faz isso por Ele, pelo João Henrique.
Nuno Barata
Quinta-feira, Setembro 09, 2004
Era uma vez uma estrada, com pavimento novo e de razoável (boa) qualidade e na qual se gastou muitos milhares de contos para que ela assim ficasse; às tantas não é que aparecem maquinas e homens (a mando de doutores e engenheiros) que resolvem fazer, e bem, aquilo que denominaram “abastecimento de água à lavoura” abrindo uma vala ao longo da mesma. O que não ficou nada bem foi “os finalmente”; primeiro demorou uma eternidade para tapar a mesma e depois foi uma vergonhosa reposição do pavimento em tapete betuminoso, que eu, aos seus executantes, fiscalização e dono / supervisor da obra diria, que se não estivéssemos nesta nossa Região / País seriam no mínimo aprisionados em campos vedados a arame farpado, com a incumbência da execução de serviços à comunidade, até pagarem integralmente um novo revestimento da via de comunicação em causa. Para quem ainda não sabe de qual estrada estou a falar ela não é senão a que liga a freguesia de S. Pedro à freguesia de Santa Barbara.
Terça-feira, Setembro 07, 2004
Continuando os comments do ultimo post do foguetabraze em local mais visível...
Realmente no que diz respeito a fiscalização no nosso país havia muito para dizer, acho que também tem de partir de todos nós essa mesma. Alertando as autoridades para situações ou problemas causados por outros cidadãos ou de algo sob a resposabilidade destes, que por pensarem ser mais espertos que os outros, prejudicam gravemente a imagem da nossa ilha e o bem estar daqueles que nela vivem. Exijam os livros de reclamções e dêem-lhes uso!
Por outro lado há que dar os parabéns a outros cidadãos que sem tirarem qualquer tipo de dividendos para si, procuram colaborar da melhor forma realizando eventos que não só elevam qualitativamente o nome da nossa ilha, mas tambem ajudam a sustentar, em vários sentidos, diversos sectores de actividade locais.
Gostava de salientar o trabalho realizado pela equipe do rallye , da feira das meloas , do pessoal colaborador da igreja , dos carolas do teatro e toda a equipe que colaborou e organizou o 20º aniversário do Festival Maré de Agosto, à incansável equipe de colaboradores dos bares, camarins ,bilheteira e á direcção que apesar de muitas dificuldades consegue ano após ano garantir a qualidade e surpreender todo o público, até as más linguas que normalmente tão mais preocupadas com mexericos politicos ou com quem é que vai ficar com o bar este ano em vez de tentar saber qual a melhor forma de ajudar uma coisa que afinal é de todos e para todos. Quanto aos gosmas esses pelo que sei começaram a ser esmagados a bom passo e já a algum tempo.
Prá Frente é que é Caminho !
Realmente no que diz respeito a fiscalização no nosso país havia muito para dizer, acho que também tem de partir de todos nós essa mesma. Alertando as autoridades para situações ou problemas causados por outros cidadãos ou de algo sob a resposabilidade destes, que por pensarem ser mais espertos que os outros, prejudicam gravemente a imagem da nossa ilha e o bem estar daqueles que nela vivem. Exijam os livros de reclamções e dêem-lhes uso!
Por outro lado há que dar os parabéns a outros cidadãos que sem tirarem qualquer tipo de dividendos para si, procuram colaborar da melhor forma realizando eventos que não só elevam qualitativamente o nome da nossa ilha, mas tambem ajudam a sustentar, em vários sentidos, diversos sectores de actividade locais.
Gostava de salientar o trabalho realizado pela equipe do rallye , da feira das meloas , do pessoal colaborador da igreja , dos carolas do teatro e toda a equipe que colaborou e organizou o 20º aniversário do Festival Maré de Agosto, à incansável equipe de colaboradores dos bares, camarins ,bilheteira e á direcção que apesar de muitas dificuldades consegue ano após ano garantir a qualidade e surpreender todo o público, até as más linguas que normalmente tão mais preocupadas com mexericos politicos ou com quem é que vai ficar com o bar este ano em vez de tentar saber qual a melhor forma de ajudar uma coisa que afinal é de todos e para todos. Quanto aos gosmas esses pelo que sei começaram a ser esmagados a bom passo e já a algum tempo.
Prá Frente é que é Caminho !
Sábado, Setembro 04, 2004
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